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Manifestantes são retirados de acessos à refinaria no RS; funcionários decidem parar neste sábado

Durante assembleia com a participação de cerca de 100 pessoas, funcionários decidiram paralisar atividades até às 16h. Polícia retira manifestantes dos arredores de refinaria.

 Funcionários da Refinaria Alberto Pasqualini (Refap), em Canoas na Região Metropolitana de Porto Alegre, decidiram paralisar as atividades até às 16h deste sábado (26) em protesto contra a política de preços adotada pela Petrobras. Manifestantes que estavam concentrados nos acessos do local foram retirados pela polícia.

Desde o início da semana, manifestantes estão concentrados em frente à refinaria, abordando caminhões para evitar o transporte de combustíveis.Apenas caminhões escoltados pela polícia deixam o local para o abastecimento de viaturas da polícia e aeronaves no Aeroporto Salgado Filho em Porto Alegre. Serviços essenciais seguem aferados.

No começo da tarde manifestantes foram retirados dos arredores a refinaria após a chegada de um oficial de Justiça, acompanhado de homens da Brigada Militar, para desobstruir os acessos.

De acordo com o sindicato que representa as distribuidoras, Sulpetro, por conta da aglomeração de manifestantes não estavam sendo enviados caminhões-tanques para a retirada de combustíveis para evitar qualquer confronto.

Apenas veículos escoltados pela polícia entravam no local para o abastecimento de viaturas da polícia, serviços de saúde e aeroporto. De acordo com a Sulpetro, após a retirada do combustível da refinaria, ele é encaminhado para as distribuidoras, onde é adicionado biodiesel e etanol, conforme determina a legislação, e só então é encaminhado para os postos de abastecimento.

No entanto, ainda não há previsão de reabastecimento dos postos de combustíveis.

De acordo com funcionária da Refap e integrante do Sindicato dos Petroleiros do Rio Grande do Sul Miriam Ribeiro Cabreira, a paralisação acontece por turnos. Durante a assembleia, os trabalhadores que atuariam das 8h às 16h resolveram parar, e uma nova reunião deve ser feita no final da tarde, para decidir os rumos da mobilização.

“Decidimos pela paralisação da rendição de turno. Os petroleiros já estavam construindo uma greve nacional contra a política de preços dessa gestão da Petrobras, que é inadequada para o Brasil, porque não existe necessidade de pagar pelo preço do mercado internacional, uma vez que somos produtores de petróleo, e atuamos em toda a cadeia de produção”, afirma Miriam.

Na manhã deste sábado são registrados mais de 200 pontos de paralisação em rodovias do Rio Grande do Sul. Ônibus não circularão no domingo (27) para garantir a operação na segunda-feira (28), e neste sábado operação com horário alterado.

Fonte : G1

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