Políciais

Advogado do médico desconhece histórico de assédio do médico eque ele tomou medicamentos

Publicado dia 03/10/2019 às 20h49min
Advogado disse que o médico havia ingerido remédio para dormir e que desconhecer a composição do medicamento e seus efeitos

Defesa do médico, acusado de suposto assédio em ônibus, diz que ele tomou remédio para dormir e garantiu que ele não possui histórico, deste tipo de prática

Na manhã desta quinta-feira(3), internautas acordaram impactados com a notícia de que, um médico com atuação em Alegrete, teria cometido assédio sexual a uma mulher com quem que dividia a poltrona no ônibus que faz a linha Alegrete/Porto Alegre, com partida às 23h30min.

Ainda na madrugada, por volta das 4h, o Face Repórter Alegrete, publicava, em primeira mão, a partir de informações obtidas em órgãos de segurança de Rosário do Sul, onde o ônibus parou e o médico detido e, posteriormente, foi levado com a vítima para a Delegacia de Polícia para registro de Boletim de Ocorrência. Tais informações, foram ratificadas, posteriormente, em texto próprio, pela Polícia Rodoviária Federal daquela cidade.

Na tarde desta quarta-feira(3), a partir da obtenção do boletim de ocorrência, o advogado do médico, Fábio Boeira, com exclusividade, recebeu a reportagem do Face Repórter Alegrete(FRA), enfatizando a credibilidade com que o FRA desenvolve as pautas, mas, lamentando alguns comentários infundados e desprovidos de provas, movidos pela emoção de uma situação que precisa ser apurada de maneira correta, justa e equilibrada e sem o viés da impulsividade emocional, mas, sim da materialidade dos fatos.

Perguntado se o médico já tinha algum histórico ou denúncia sobre assédio, como foi comentado, o advogado Fábio Boeira, foi enfático:

“Ele não possui nem um histórico deste tipo. É respeitoso, educado e reconhecido como profissional médico e professor, há mais de 20 anos. As pessoas comentam coisas nas redes sociais pelo impulso emocional e esquecem que podem ser responsabilizadas pelo que dizem sem provas ou desprovido da verdade, o que acaba afetando a moral e a próprio desempenho do profissional”, enfatizou.

Fábio Boeira, disse que a vítima está no seu direito de buscar o amparo para o que julga ter sido um assédio e, disse que tanto o suposto autor, quanto ela, estão vivendo um momento difícil por algo que precisa ser apurado através do inquérito policial.

Ele disse que prefere aguardar o andamento do inquérito e que seu cliente esteja mais estabilizado do impacto desta situação para ampliar as informações.

Perguntado se o seu cliente havia confirmado o assédio, Fábio Boeira disse que o médico havia ingerido remédio para dormir e que, por ele (Fábio Boeira) desconhecer a composição do medicamento e seus efeitos, não poderia externar maior compreensão neste momento.
No entanto, o advogado garantiu que tanto ele quanto seu cliente têm maior interesse em ver esclarecida esta questão que abalou a todos e, nos próximos dias, conforme o andamento das investigações e o restabelecimento emocional de seu cliente, estará ofertando outras informações.

O Face Repórter Alegrete, contatou a ONG Amoras, que ofereceu ajuda e orientação jurídica à vítima para que pudesse se manifestar, mas, até a realização desta postagem, nenhum contato foi realizado com o FRA.

Fonte: Face Repórter/ Dariano Moraes


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